Cuidar de quem convive com a dor também é dever do Estado.

A dor invisível também destrói vidas.

Milhares de catarinenses acordam todos os dias enfrentando uma batalha que quase ninguém vê.

São pessoas que convivem com fibromialgia, dores neuropáticas, doenças reumatológicas, dores na coluna, síndromes dolorosas crônicas e outras enfermidades que limitam os movimentos, prejudicam o sono, afetam a saúde emocional e muitas vezes impedem até as atividades mais simples do cotidiano.

Enquanto muitas doenças deixam marcas visíveis, a dor crônica costuma ser silenciosa. Por isso, milhares de pacientes enfrentam um sofrimento duplo: além da dor física, convivem com a incompreensão, o preconceito e a dificuldade de conseguir atendimento especializado.

Quem sofre sabe que não basta receber um remédio e voltar para casa. A dor precisa ser compreendida, investigada e tratada de forma contínua.

Santa Catarina pode fazer muito melhor.

Por que isso acontece?

Nosso sistema de saúde foi estruturado para tratar doenças agudas, mas ainda oferece poucas respostas para quem convive com dores que duram meses ou anos.

Hoje, muitos pacientes passam por diversos especialistas sem que exista integração entre os tratamentos. Exames são repetidos, consultas demoram, filas aumentam e a pessoa continua sofrendo.

A consequência é conhecida por milhares de famílias: afastamentos do trabalho, perda da renda, depressão, ansiedade, isolamento social e redução significativa da qualidade de vida.

A dor deixa de ser apenas um problema de saúde e passa a atingir toda a família.

O que proponho?

Defendo a criação do programa SC Sem Dor, com a implantação de Centros Regionais Especializados no Diagnóstico, Tratamento e Acompanhamento da Dor Crônica.

Esses centros reunirão uma equipe multidisciplinar para oferecer atendimento integrado, evitando que o paciente precise procurar ajuda em diversos locais sem coordenação entre os profissionais.

O programa deverá atender pessoas com:

Fibromialgia;

Dores neuropáticas;

Doenças reumatológicas;

Dores crônicas da coluna;

Enxaquecas e cefaleias incapacitantes;

Dor oncológica;

Dor pós-cirúrgica;

Outras síndromes dolorosas crônicas.

Mais do que aliviar sintomas, o objetivo é devolver autonomia, dignidade e qualidade de vida.

Como isso pode ser feito?

Como deputado estadual, trabalharei para construir essa política pública de forma permanente, por meio da integração entre o Governo do Estado, hospitais regionais, universidades, municípios e instituições de saúde.

A proposta prevê:

implantação gradual de Centros Regionais da Dor;

equipes multiprofissionais com médicos, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros e outros especialistas;

protocolos estaduais para diagnóstico precoce e tratamento humanizado;

ampliação do acesso à fisioterapia, reabilitação e práticas integrativas baseadas em evidências;

capacitação permanente dos profissionais da rede pública;

integração entre atenção básica, hospitais e centros especializados para garantir acompanhamento contínuo.

Não se trata apenas de criar novas estruturas, mas de organizar uma rede eficiente, moderna e centrada na pessoa.

Os resultados que queremos

Quando tratamos a dor de forma adequada, transformamos vidas.

Queremos reduzir o sofrimento de milhares de catarinenses, diminuir afastamentos do trabalho, melhorar a saúde mental dos pacientes, reduzir filas e oferecer um atendimento mais humano e eficiente.

O SC Sem Dor representa uma mudança de visão: deixar de enxergar apenas a doença e passar a cuidar da pessoa.

Porque ninguém deveria aprender a viver com a dor quando existe conhecimento, tecnologia e profissionais capazes de devolver esperança.

Cuidar de quem sente dor é cuidar das famílias. É cuidar da dignidade humana. É cuidar de quem precisa.

Como isso pode ser feito?

Como deputado estadual, meu compromisso será transformar essa proposta em uma política pública permanente para Santa Catarina.

O primeiro passo será apresentar um projeto de lei instituindo o Programa SC Sem Dor, estabelecendo diretrizes para a criação de uma rede estadual de centros especializados no diagnóstico, tratamento e acompanhamento das pessoas que convivem com dores crônicas.

Mas criar uma lei não basta. É preciso garantir que ela saia do papel.

Por isso, destinarei recursos por meio das emendas parlamentares para apoiar a implantação e estruturação desses centros regionais, aquisição de equipamentos, capacitação de profissionais e ampliação dos serviços especializados em parceria com hospitais, universidades, municípios e demais instituições de saúde.

A proposta prevê ainda:

implantação gradual dos Centros Regionais da Dor;

equipes multiprofissionais com médicos, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros e outros especialistas;

protocolos estaduais para diagnóstico precoce e tratamento humanizado;

ampliação do acesso à fisioterapia, reabilitação e práticas integrativas baseadas em evidências;

capacitação permanente dos profissionais da rede pública;

integração entre a atenção básica, hospitais e centros especializados para garantir acompanhamento contínuo.

Não basta anunciar boas ideias. Meu compromisso é construir a base legal da política pública e buscar os recursos necessários para que ela se torne uma realidade na vida das famílias catarinenses.